segunda-feira, 15 de agosto de 2011


“E a gente vai se olhar e rir de todo esse dramalhão, vou te chamar de bobo,
você vai me chamar de besta e amanhã de manhã um outro sol,
não mais tão quente e nem tão brilhoso quanto antes,
vai nos convidar pra passear enroscados na calçada da mesma ruazinha apertada
e sem graça de sempre, como sempre foi.
E as pessoas vão perguntar se você voltou.
E você vai dizer que nem foi
.”

segunda-feira, 25 de julho de 2011


"- Ah, entao foi pra ele que eu dei meu coração e tanto sofri? Amor é falta de QI, tenho cada vez mais certeza."


É estúpido, eu sei, mas quero um amor que não me deixe partir nunca mais...

domingo, 24 de julho de 2011

ir-remediável


Quando nos encontrarmos outra vez...
Há de ser qualquer coisa de uma vez por todas.


"Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz"



"(...) Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido."

Aos caminhos,


eu entrego o nosso encontro...







Suspenso entre dois encontros, tu caminharias desencontrado.
Como se fosse para sempre, pesado, os ombros curvos, esmagados pela solidão.
Mas de repente haveria uma praça. Exatamente assim, como no poema,
só que uma praça, no meio do caminho. Inesperada.



Lá naquele instante, mesmo sabedora da presença da tristeza, eu me permiti desfrutar da capacidade balsâmica do riso compartilhado quando o afeto é recíproco. Eu não esqueci que estava triste, tampouco do motivo, mas lembrei que podia estar também alegre, tem vez que o ou não passa de um mentiroso limitador.

O coração tem mais espaço do que geralmente a gente costuma supor e ousa utilizar.


With the windows all closed,
I'll be doing my best,
I'll see you soon

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Assim...


Nada pode impedir , não importa quantas vezes morremos, um dia a gente volta...


"As vezes os ventos bagunçam nosso cabelo só pra fazer cócegas na nuca"
Andava ocupada demais com essa coisa toda de ser feliz, procurar a felicidade...desisti de tudo pra poder recomeçar, nesse tempo todo me lembrei de várias coisas que aconteceram, esqueci de algumas tantas também...e acabei deixando de lado o que mais me fazia feliz. Então descobri que o que mais me fazia feliz era principalmente não procurar a felicidade, porque antes de qualquer busca ela já estava aqui, bem dentro de mim...o que me faltava era abrir os olhos para dentro e voltar a enxergar meus sonhos como antes!
Now I am the greatest fan of my life

domingo, 24 de abril de 2011

Olha aqui: Isso também passa!






Eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências...






- Você sempre viveu sem ele, e continuará vivendo. Me poupe do drama!






[Caio F. Abreu]